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Blog do Mercado das Pulgas
 


História do Jeans

O jeans faz 150 anos

A moda é realmente o espelho da vida. O surgimento do jeans, por exemplo, é fruto da necessidade de diversificar os negócios.

No auge da corrida do ouro e conquista do oeste americano, por volta de 1850, muitos comerciantes aproveitavam para vender os produtos usados na mineração e exploração, como ferramentas, mantimentos, roupas e lonas.

A lona era o produto mais lucrativo e logo todos passaram a comercializá-la.
Foi aí que Levi Strauss, um mercadante com um grande estoque de lonas,sem conseguir vendê-las procurou outra aplicação para o produto.

Ele observou que devido a grande exigência física no trabalho das minas, os mineradores tinham que substituir freqüentemente as roupas utilizadas, e isso lhes custava caro.

No início foi tudo uma experiência. Levi Strauss confeccionou duas ou três peças reforçadas com a lona que possuía, deu-as aos mineradores e o sucesso foi imediato. Altamente resistente, as peças não estragaram com facilidade.

Estava criado o jeanswear, o estilo reforçado de confecção, o qual foi originalmente destinado a roupas de trabalho.

A Origem da palavra jeans

A raiz da palavra jeans foi notada pela primeira vez em 1567 como Genoese ou Genes, um termo usado na descrição das calças dos marinheiros da cidade de Gênova/Itália. Os rebites de reforço foram patenteados em 1873 por Levi Strauss e Jacob Davis. Tachinhas de cobre foram utilizadas para dar uma maior resistência aos bolsos que não estavam resistindo ao peso colocados neles. Os pontos críticos das calças foram reforçados, tornando-as mais duráveis.

A partir de então, cada vez mais os trabalhadores utilizavam o jeans para exercer suas tarefas mais árduas e de exigência física. Entretanto, o jeans só passou a ser utilizado no dia-a-dia, já no século XX.

Com o surgimento no cinema, encabeçado por James Dean e Marlon Brando, a roupa começou a associar-se ao conceito de juventude rebelde, conquistando este público.

Cawboys do asfalto com suas Harley-Davidsons aterrorizavam a Califórnia. Elvis Presley em 1957 já usava seu jeans, e desde então rock e jeans são inseparáveis.

Novas modelos como Marilyn Monroe e Jayne Mansfield também usavam jeans apertado para mostrar como uma trabalhadora tradicional poderia ser sexy.

Há o aparecimento do movimento hippie e eles adoravam o jeans, pois não era caro e era funcional. Jaquetas e calças jeans viraram febre para uma juventude independente que se reunia e celebrava seu estilo de vida em festivais de rock como Woodstock e Monterey .

O jeans só chegou a conquistar o restante da população após a proliferação social do seu conceito como roupa despojada e do cotidiano, sem perder seu charme e elegância. Consagravam-se os gigantes do Jeans, como Levi's, Lee e Mustang.
Calvin Klein foi o primeiro estilista a colocar o jeans na passarela. Foi já na década de 70 e isso provocou os mais conservadores. Mesmo assim foi seguido pelos demais estilistas da época e o jeans definitivamente conquistou seu espaço na sociedade.

A comodidade e praticidade que o jeans proporciona, aliadas a sua fácil manutenção foram definitivos para sua fixação como vestuário básico. Numa época em que estamos cada vez mais sem tempo livre esses fatores são fundamentais.

Percebe-se também a introdução e continuidade do jeans nos ambientes de trabalho mais formais, em escritórios, grandes empresas e instituições financeiras, principalmente após a instituição da sexta-feira como o "Casual Day" e muitas vezes a abolição total da obrigatoriedade do uso de terno e gravata.

As várias modelagens do jeans

Tradicional

Cintura no lugar e pernas de corte afunilado. Já foi chamada de five pochets (cinco bolsos), três na frente e dois atrás, uma referência à pioneira 501 americana da Levi's. Por seu corte acompanhar as linhas do corpo, costuma vestir bem a maioria das pessoas.

Antifit

Modelagem da 501, o primeiro modelo da Levi's.Tem botões ou zíper, adaptada a silhueta do consumidor brasileiro, com cintura baixa, quadril desestruturado e corte reto nas pernas. Como o nome diz, não é um jeans de caimento perfeito; fica com pequenas sobras no quadril e cavalo.Tem pontos a favor: o conforto e o estilo.

Cut Boot (Corte para botas)

Uma variação do antifit, tem a perna um pouco mais larga do joelho para baixo, para facilitar o uso de botas para dentro da calça.

Semibaggy

Por ter cintura no lugar, quadril largo e corte da perna ligeiramente afunilado, é o modelo mais adequado ao tipo físico da brasileira, de cintura fina e quadril largo.

Tigh Fit ou Slim Fit (caimento justo, apertado)

Com cintura baixa, tipo Saint-Tropez, marca bem os quadris e tem as pernas justas, com corte afunilado ou reto.

Cigarrete

Modelagem ajustada ao contorno do corpo, pernas justas e cintura baixa.Algumas versões usam a mistura de jeans com lycra. O resultado é uma calça ainda mais agarrada.

Oversized (tamanho exagerado)

É o jeans bem folgado.Suas formas amplas não favorecem as mais baixas (achatam a silhueta) nem as gordinhas (parecem ainda mais gordas). Base extra dimensionada de cintura larga, quadril desestruturado e pernas amplas.

Qualquer que seja o modelo, o jeans é associado a trajes informais e é a vestimenta com poder de unificação social, pois independente da raça ou classe social, todos usam jeans.

HISTÓRIA DO JEANS

A FANTÁSTICA HISTÓRIA DO JEANS

A história da fantástica aventura do jeans começou em Nimes, na França, onde foi fabricado pela, primeira vez. No entanto, foi à indústria têxtil de Maryland, na Nova Inglaterra, que popularizou, em 1792, o uso desse tecido de algodão sarjado, que chamaram de denim por ser fabricado com as mesmas características do pano que se fazia em Nimes. Por ser um tecido que não merecia grandes cuidados e era durável, no início ele era destinado a roupas para o trabalho no campo e também para os mineiros de ouro na Califórnia. O jeans só se tornaria mais macio muito tempo depois, quando começou a ser lavado com pedras antes de ser posto à venda.

Esse jeans mais macio era produzido por um alfaiate da Califórnia, que fazia calças para mineiros, e que, mais tarde, se associou a Levi-Strauss. Utilizava-se o tecido, vindo de Maryland, e geralmente na cor marrom, para cobrir carroças. Quando a venda de tecido para essa finalidade caiu, ele passou a ser utilizado na fabricação de calças, em uma modelagem resistente e própria para o trabalho das minas. Depois, ao ser vendido em larga escala, o jeans (já tingido de azul - na verdade um tom verde, que com o tempo e a luz, ainda na tecelagem, vai se transformando no indigo blue) se tornaria o elemento principal de uma verdadeira revolução no modo de vestir.

Pode-se dizer que as atuais calças em jeans têm o mesmo estilo daquelas que fizeram sucesso com os mineiros, depois com todos os trabalhadores americanos, e, mais tarde, com os hippies, que as utilizaram como símbolo de rebeldia contra as roupas convencionais. Assim, o jeans tornou-se um tipo de moda nascida não pela imaginação dos estilistas, vinda de cima para baixo, mas de baixo para cima, acabando por tonar-se um clássico da roupa.

Nomes da alta costura, como Jacques Fath, Pierre Cardin, Givenchy Pierre Balmain e Van Cleef Arpels, acabaram por ligar suas etiquetas à trajetória do jeans como moda. Ele tornou-se um fenômeno bastante singular. Usado em todos os continentes por trabalhadores do campo e da cidade, foi adotado tanto pelos ricos quanto pelos pobres, curiosamente sempre conservando as características originais das primeiras calças feitas por Levi-Strauss. Popularizado no cinema por astros como Marlon Brando e James Dean, o jeans passou a ser o símbolo de toda a geração que ligava rebeldia à liberdade.

No início, foram os jovens que o usaram com entusiasmo, fugindo das roupas convencionais, na década de 40. Estes, quando adultos, nos anos 50, adotaram o jeans também como estilo casual, usando-o com camisa social, gravata e blazer. O antigo modelo 501 da Levi-Strauss, com rebites e botões de metal, é até hoje o mesmo, inspirando o estilista americano Calvin Klein quando lançou a sua marca. A propaganda de Klein, na época, tornou-se famosa. Ele colocou Brooke Shields, então a ninfeta do momento, num imenso outdoor em plena Times Square, Nova York, declarando: "Entre eu e o jeans não existe mais nada". Pode-se dizer que também há uma grande intimidade entre o jeans e o espírito da própria sociedade contemporânea.

Verdadeira origem do estilo casual, as roupas de jeans aguçaram a criatividade e determinaram uma maneira de vestir. O casual avançou tanto que os estilistas perceberam a necessidade de introduzir também mudanças na moda clássica, tornando-a mais moderna. Houve também resistência ao jeans, e muitos costureiros decretaram que em pouco tempo os homens também usariam saias. Ou se vestiriam de maneira futurista, como os astronautas. Nada disso aconteceu, mas descobriram-se novos tecidos, proporções e cortes que tornaram as roupas cada vez mais perfeitas. A indústria da moda tornou-se gigantesca e democrática para abrigar várias tendências de estilo. E o jeans foi incorporado a esse espírito.

Trata-se de um caso único na história da roupa, onde um artigo que começou popularíssimo, passou a ser usado por gente bem-vestida, ganhando incrível versatilidade.

O alemão Oscar Levi Strauss foi quem criou o jeans nos Estados Unidos no ano de 1853. Era a época da febre do ouro na Califórnia, e como os mineiros necessitavam de uma roupa resistente, Strauss inventou algumas calças de lona que tinham três bolsos que se prendiam com tiras. Foi patenteado em 1873. Seu invento foi aceito imediatamente, não só pelos mineiros, como também pelos agricultores, ferroviários e os vaqueiros. Levi Strauss morreu em 1902 deixando um patrimônio de US$ 1.600.000.

 



Escrito por mercado das pulgas às 21h57
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Mercado de Pulgas ( Mercado das Pulgas )

 

 

O Marche Aux Puces ou Mercado de Pulgas é o local onde se comercializam artigos usados.

Porém, antes de se popularizar, esse tipo de comércio era característico dos subúrbios da França, mais precisamente de Saint-Ouen, no norte de Paris. Vários mercados começaram a abrir nessa região depois da Primeira Guerra Mundial e o lugar virou moda! Roupas, calçados, ferramentas antigas, mobílias, bronze, luminárias, bijuterias e jóias eram vendidos a preços baixos, movimentando principalmente os domingos, quando era tradição o passeio fora das muralhas.

Hoje, o Mercado de Pulgas de Paris ocupa uma área de 11km de ruas e becos, formando um grande labirinto que recebe cerca de 11 milhões de visitantes por ano.

A maioria das lojas não são especializadas, permitindo ao consumidor, encontrar vários produtos numa mesma loja: bicicletas, cerâmicas, roupas, discos e pinturas podem ser vistas num só lugar.

O grande movimento se dá porque não se tratam de simples objetos velhos; mas porque estamos falando de Gucci, Prada, Vuitton, Hermés e várias outras marcas, normalmente em ótimo estado, vendidos por menos da metade do preço. Uma festa para colecionadores, profissionais da moda e para o próprio usuário.



Escrito por mercado das pulgas às 22h23
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